O vizir

A. Braga

- Não derribes meus cedros! murmurava

O gênio da floresta aparecendo

Adiante de um vizir, senão eu juro

Punir-te rijamente! E no entanto

O vizir derribou a santa selva!

Alguns anos depois foi condenado

Ao cutelo do algoz. Quando encostava

A cabeça febril no duro cepo,

Recuou aterrado: - "Eternos deuses!

Este cepo é de cedro!". E sobre a terra

A cabeça rolou banhada em sangue!