Felicidade

A. de Mesquita

Felicidade, onde estás, que te procuro

e não te encontro mais desde criança?

Correste, talvez para um canto escuro,

brincando de esonder com a esperança!

Quando, outrora, bateste à minha porta,

eu não te respondi e, por vingança,

partiste para sempre, mas que importa?

Si (se) a gente quando espera, sempre alcança?

Agora, comprehendo (compreendo) a realidade,

e julgando a extensão do mal que fiz,

penso que a verdadeira felicidade

que o coração procura, mas não diz;

A doirada (dourada) ilusão da mocidade

resume-se em tornar alguém feliz!