Melodia
L. Freitas Branco
A lilial Virgem Maria,
Todas as tardes, ao poente,
Surge na lua alvinitente,
Celestial janella fria.
D'essa janella refulgente
Vê tudo, tudo, e tudo espia,
A lilial Virgem Maria
Todas as tardes, ao poente.
Lá vem a lua fugidia...
Sê minha amiga, ó Flor dormente!
Esse teu ar indifferente,
Esse teu ar desgostaria
A lilial Virgem Maria.